Description
TROPIN LACTUS age no organismo animal atuando na síntese do fósforo associado a aminoácidos com o objetivo de ativar o SNC para estimular a hipófise a produzir os hormônios hipotalâmicos.
MECANISMO DE AÇÃO
Quando fornecido às vacas TROPIN LACTUS estimula o organismo animal através da ação da enzima fosfolipase à transformar o fósforo em dois segundo mensageiros do sistema nervoso central (Diacil Glicerol) e (Pi3 – Fosfatidil inositol). Esses agentes atuam na produção de um neurotransmissor denominado Gnrh que estimula a adeno-hipófise a produzir os hormônios hipotalâmicos dentre eles o mais importante na produção de leite (SOMATOTROPINA).
Alguns aditivos sensoriais inseridos na fórmula do produto atuam como catalisador biológico proporcionando ao organismo do animal que seja feita a síntese de forma a estimular a glândula à produzir a SOMATOTROPINA.
O que difere TROPIN LACTUS dos demais produtos do mercado é que o produto também tem em sua formulação um ADITIVO MODULADOR POLIMÉRICO (tecnologia exclusiva) que faz com que o produto tenha sua absorção retardada tornando a ação do produto possível durante 7 dias.
QUANTO CUSTA TROPIN LACTUS?
De acordo com os preços de mercado hoje, e avaliando o preço do litro de leite em Estados do Norte do País onde o valor do leite é menor pago ao produtor (R$1,40 – médio), o custo de TROPIN LACTUS é de 3,71 litros de leite por dose (=R$5,20) – sendo o custo mensal de 14,85 litros de leite por vaca (=R$20,80).
QUAL A MÉDIA DE AUMENTO NA PRODUÇÃO EM VACAS LEITEIRAS?
Levando se em conta a média aferida em diversas provas de eficácia segue as médias para avaliação.
12 vacas tratadas
9 vacas apresentaram aumento na produção (75%)
Média de produção antes do uso de TROPIN LACTUS – 25 L/vaca/dia
Média de produção após o uso de TROPIN LACTUS – 28,5L/vaca/dia
Porém apenas 9 vacas aumentaram o leite proporcionando ao plantel um aumento de 31,5L por lote/dia.
Custo mensal tratamento 12 vacas – R$250,00 – (178 Litros de leite).
Quantidade produzida a mais (9 vacas x 3,5 litros dia x 30 dias) = 945 Litros de leite a mais nos 30 dias.
Valor arrecadado apenas com o aumento da produção – R$1.323,00
Abatendo o valor do custo do TROPIN LACTUS R$250,00) restou como lucro R$1.073,00 no lote de animais tratados.
Isso representa um lucro extra por vaca no valor de R$89,40 – mensal.
QUAL O MODO DE USAR DE TROPIN LACTUS?
Deve se administrar uma dose de 5ml por vaca uma vez por semana ( a cada 7 dias). Podendo ser ofertado o produto diretamente na boca do animal ou sobre a ração individual do animal.
Deve se fornecer o produto sempre no mesmo dia semana e no mesmo horário.
APRESENTAÇÃO DO PRODUTO:
Frasco com 240mL – 48 doses – trata de 12 vacas por mês.
Preço de venda sugerido R$250,00
PERGUNTAS FREQUENTES
TROPIN LACTUS não exige aumento de fornecimento de alimento aos animais porque como explicado anteriormente a associação dos aminoácidos promoverão melhor conversão alimentar aos animais. Ë preciso informar que como se diz alguns ditos populares o leite entra pela boca, portanto, se houver condições de melhorar a alimentação dos animais os resultados obviamente serão melhores.
Após a segunda semana pós parto já podemos iniciar o tratamento das vacas.
TROPIN LACTUS foi testado em vacas a partir da segunda semana pós parto e os animais tratados foram cuidadosamente separados levando-se em conta histórico de produção dos anos anteriores.
De forma alguma TROPIN LACTUS interfere na ingestão da ração pois é produzido com palatabilizante e flavorizante que deixam tudo adequado ao paladar dos bovinos.
TROPIN LACTUS tem em sua composição um aditivo que chamamos de ADITIVO MODULADOR POLIMÉRICO, que propões um efeito RETARD no produto.
Esse tipo de MODULADOR funciona inibindo a digestão do produto no rumen do animal; por ser um polímero as bactérias tem um pouco de dificuldade para degradação. Isso é o mesmo processo utilizado em micro encapsulamento, porém na FARMACAMPO desenvolvemos a técnica de inserir os polímeros no produto líquido que proporciona essa situação sendo então liberado gradativamente. Esses polímeros após a ingestão caem no fundo das papilas ruminais e pela dificuldade de degradação permanecem por mais tempo no rumen chegando até 7 dias.
TROPIN LACTUS foi trabalhado com aditivos sensoriais que não permitem a degradação do produto mesmo sob temperaturas mais altas, os ingredientes que compõe a formula do produto permite que seja mantida a estabilidade do produto mesmo em temperaturas até 40º.C.
ADITIVO MODULADOR POLIMÉRICO
Buscando o conceito de melhorar as condições de tratamento com menores frequência de fornecimento de medicamentos sem perder seu efeito farmacológico e sobretudo potencializando a administração dos produtos de forma pratica e eficaz é que apresentamos em algumas formulações esse efeito.
Com essa ideia primária desenvolvemos métodos de aplicação que chamamos de ativação modular polimérica.
Esse princípio confere maior tempo de ação de ativos farmacêuticos e nutracêuticos fornecidos por via oral.
As formas farmacêuticas de liberação modificada são concebidas para modularem a liberação do fármaco, retardando ou prolongando a sua dissolução. Os objetivos podem ser tornar a forma farmacêutica gastrorresistente, prolongar o efeito farmacológico, liberar o fármaco num sítio específico do trato gastrintestinal ou após um período definido de tempo. (PEZZINI; SILVA; FERRAZ, 2007).
Essas formulações utilizam uma “barreira” química ou física para proporcionar uma
liberação lenta da dose de manutenção.
Os termos liberação prolongada, lenta ou sustentada são aplicados às formas farmacêuticas desenvolvidas para liberarem o fármaco gradualmente, mantendo a concentração plasmática em níveis terapêuticos, por período de tempo prolongado.
Em alguns casos, o fármaco pode estar ligado quimicamente à cadeia polimérica e ser liberado pela quebra hidrolítica ou enzimática dessa ligação.
Desse modo, a melhoria no desenvolvimento de sistemas de liberação modificada depende estritamente da seleção de um agente apropriado capaz de controlar a liberação do fármaco, sustentar a ação terapêutica ao longo do tempo e/ou liberar o fármaco ao nível de um determinado tecido ou órgão. (LOPES; LOBO; COSTA, 2005).
A celulose pura não e solúvel em água devido a sua estrutura cristalina, mas pela incorporação de substituintes ao longo de suas cadeias a estrutura cristalina se desagrega, e os derivados de celulose como hidroxipropilmetilcelulose (HPMC) se tornam solúveis em água. (VIRIDÉN; WITTGREN; LARSSON, 2009)
O HPMC é um dos derivados da celulose mais usados como retardantes da liberação de fármacos, em formulações orais. Esta ampla utilização se deve a existência de grande variedade deste polímero, que se classifica de acordo com sua viscosidade e a proporção entre grupos substituintes. (LOPES; LOBO; COSTA, 2005).
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